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novembro 15, 2005
As 50 Estrelas de Hollywood - 40º ao 31º lugar
Depois da lista começar é quase impossivel parar. A partir do momento em que se define o limite da lista, os nomes que compõem a sua base, fica mais fácil saber os nomes que estão à sua frente. O problema a partir de agora começa a ser a ordem desses nomes, sempre criticável, mas justificável pelo facto de serem nomes de épocas diferentes, com impactos diferentes na história do cinema. Os senhores e senhoras do 40º ao 31º posto seguem dentro de momentos...
40 - NATALIE WOOD
(1938-1981)

Foi a menina bonita dos anos 60. Entrou em alguns dos mais emblemáticos filmes da década e afirmou-se imediatamente como uma grande actriz em potência, isto apesar de já ser presença assidua nos filmes desde os sete anos de idade.
Foi em 1961 que o talento de Natalie Wood saltou à vista. A jovem já tinha surgido ao lado de James Dean em Rebel Without a Cause ou em The Searchers, causando grande impressão, mas foi graças a dois desempenhos nesse ano que o seu nome se elevou para as estrelas. Primeiro no poderoso drama Splendor in the Grass e por fim no grande campeão de prémios do ano, o musical West Side Story, onde curiosamente era dobrada pela também actriz Rita Moreno. Com o sucesso dos seus desempenhos Wood tornou-se na queridinha de muitos realizadores. Até ao final dos anos 60 entrou em filmes como em Love With a Proper Stranger, This Property is Condemned ou ainda em Inside Daisy Clover. Os anos 70 foram quase um oásis para a rebelde actriz e a morte iria encontrá-la demasiado cedo. Um acidente misterioso em 1981 - Natalie Wood caiu ao mar e morreu afogada quando passava uns dias em alto mar com o marido, Robert Wagner, e Christopher Walken - roubou-nos uma notável actriz e uma das grandes estrelas de Hollywood.
39 - JODIE FOSTER
(1962 - )

É um dos casos mais gritantes de talento precoce. Foster aos três anos já entrava em filmes e foi como uma jovem "lolita" que se foi afirmando na indústria. Foi em 1974 que Martin Scorsese a escolheu para ser a "Musa" de Robert de Niro em Taxi Driver. A partir daí a sua carreira entrou numa espiral ascendente, tornando-a na jovem actriz mais bem sucedida de Hollywood. Até aos 20 anos entrou ainda em filmes de sucesso como Bugsy Malone ou Foxes. De repente Foster deixa o cinema. Talento precoce, a jovem era também uma sobredotada na escola e decidiu primeiro acabar o seu doutoramento e só depois voltar ao mundo da sétima arte. E quando regressou, foi em grande.
Estavamos em 1988 e o seu papel explosivo em The Accused, onde encarna uma mulher violada que procura justiça, deixou meio mundo do boca aberta. E o óscar foi-lhe entregue. Depois de uma segunda pausa, Foster voltou num thriller ambicioso. Inesperadamente voltou a conquistar o óscar, o segundo da sua carreira, ainda não tinha 30 anos. O filme era The Silence of the Lambs e confirmou-a como uma poderosissima actriz dramática. Algo que foi rapidamente confirmado nos seus papeis seguintes em Nell, Summersby ou Contact. Foi então que surgiu a polémica à volta da sua homossexualidade e uma terceira pausa na carreira. Foster está a regressar aos poucos agora, mas sem o sucesso dos seus anteriores come-backs. Mas mesmo assim é uma das grandes actrizes da história de Hollywood.
38 - DENZEL WASHINGTON
(1954 - )

É o mais bem sucedido actor de raça negra de sempre. Um feito que Washington estaria longe de imaginar quando deu os seus primeiros passos no cinema. Hoje, com dois óscares da Academia - o único membro de uma minoria étnica a consegui-lo - é uma verdadeira instituição, um actor respeitado não só na sua comunidade como em todo o Mundo.
Apesar dos primeiros passos no cinema terem chegado no inicio dos anos 80, foi no final da década que duas nomeações ao óscar de melhor actor secundário lançaram o alerta para o seu talento. Em Cry Freedom foi Steven Bicko, um dos herois da resistência ao Apartheid. Em Glory viveu algumas das cenas mais intensas de um filme sobre racismo, guerra e libertação pessoal. E chegou o primeiro óscar e com ele abriram-se as portas de Hollywood. Foi então que Washington encontra Spike Lee, realizador com quem irá trabalhar em Mo´Better Blues, mais um notável desempenho. Os anos 90 são de altissimo nivel. Malcolm X, The Pelican Brief, Philadelphia e The Hurricane são apenas os melhores exemplos do seu gigantesco talento. Será no entanto como o policia mais politicamente incorrecto desde os dias de Dirty Harry que Washington finalmente vence o óscar de melhor actor principal. Depois do triunfo em Training Day uma breve pausa na carreira para filmes menos ambiciosos e agora o regresso de Denzel está a ser de novo orquestrado por Spike Lee no filme The Insider.
37 - DANIEL DAY-LEWIS
(1957 - )

O cinema corre nas veias de Day-Lewis mas a verdade é que ele não nasceu para ser um actor profissional. Prova-o o seu caracter e a sua vida errante, um verdadeiro alternativo a sistema de produção. Mas como esquecer os seus papeis mais miticos, verdadeiras pérolas cinematográficas?
Foi com dois jovens realizadores britânicos em ascensão, em 1985, que Daniel Day-Lewis começou a dar nas vistas. Em My Beautifful Laundrette, filme de Frears, a personagem homossexual de Day-Lewis era verdadeiramente espantosa. Tal como o actor o foi no filme de James Ivory A Room With a View. Quando quatro anos depois conquista o óscar pelo filme My Left Foot, estava confirmado que ali estava um dos maiores actores britânicos dos últimos anos.
No entanto o seu estilo de vida errante vai mante-lo parado durante largos periodos de temp. Em 1993 regressa brilhantemente com In the Name of the Father e The Age of Innocence mas só em 1997 é que o actor volta em estilo no filme The Boxeur. Nova ausência até que Scorsese o convida para Gangs of New York. Desempenho soberbo mas a Academia nega-lhe o segundo óscar. Day-Lewis diz que deixa definitivamente Hollywood e de lá para cá tem sido visto em pequenas produções, mas com o carisma que se lhe conhece.
36 - JEREMY IRONS
(1948 - )

Pouco habituado a grandes produções, o nome de Jeremy Irons é imediatamente associado a personagens complexas e altamente cativantes. Um talento que é melhor explorado por realizadores fora da corrente do mainstream, como prova bem a sua carreira.
Irons começa nos palcos londrinos e daí salta para o grande ecrãn nos anos 70. É no filme The Mission de 1985 que se consagra definitivamente como um dos mais interessantes actores do momento, algo que vai confirmar por inteiro em 1988 no seu duplo desempenho em Dead Ringers de David Cronenberg. Em 1990 chega o óscar, de forma repentina mas inteiramente merecida, pelo seu desempenho em Reversal of Fortune. A carreira está consagrada e os anos seguintes são dedicados a projectos menos sucedidos como Kafka ou The House of Spirits.
Depois de filmes mais alternativos como Stealing Beauty ou o remake de Lolita, Irons afasta-se progressivamente de Hollywood, tendo pequenos papeis secundários em filmes britânicos como The Merchant of Venice ou Being Julia. Com Kingdom of Heaven testemunhamos o seu regresso à ribalta ele que já tem vários projectos anunciados para os próximos anos, uma noticia que certamente agradará aos imensos admiradores que o seu talento foi conquistando em meias de trinta anos de carreira.
35 - MORGAN FREEMAN
(1937 - )

O mundo demorou a reparar em Morgan Freeman. Antes tarde do que nunca. Nos últimos vinte e cinco anos o actor afirmou-se como um dos maiores nomes da sua geração, um verdadeiro gigante da arte de representar. Só este ano a confirmação foi "oficializada" com o óscar, mas de Freeman já se ouve falar há algum tempo.
Nos anos 60 começa a trabalhar no cinema e na televisão mas é a década de 80 que o confirma definitivamente. Em 1987 no filme Street Smart consegue uma surpreendente e merecida nomeação aos óscares e afirma-se como o actor negro de maior projecção. Imediatamente a seguir entra em Glory - filme que consagra o seu amigo Washington - e em Driving Miss Daisy, onde perde o óscar de principal para Day-Lewis.
Os anos 90 ficam marcados por desempenhos memoráveis. Em 1992 está ao lado de Clint Eastwood no multi-premiado The Unforgiven. Seguem-se The Shawshank Redemption e Se7en que o tornam um dos actores mais populares do mundo. Entretanto passo os anos seguintes em produções menores e regressa em 2004 no filme Million Dollar Baby em grande estilo, conquistando o já merecido óscar. A sua voz é de tal forma espantosa que foi contratado para a narração do documentário March of the Emperor e é hoje um dos rostos e vozes mais facilmente reconheciveis em todo o Mundo.
34 - MICHAEL CAINE
(1933 - )

Teve dificuldades em se impor aos nomes maiores da sua geração. Não era nenhum Richard Burton, Peter O´Toole ou Albert Finney e por isso foi dificil impor-se como um working class hero no cinema britânico dos anos 50 e 60. Seria no entanto ao encarnar uma dessas personagens tão comuns em Alfie que o seu nome saltaria para a ribalta. O desempenho valeu-lhe uma nomeação ao óscar e o seu nome ficou definitivament estabelecido. Caine seria mesmo um dos poucos actores a conseguir uma nomeação por cada década de trabalho, algo ao alcance de muito poucos.
Depois de se afirmar no cinema britânico com o seu inesquecivel desempenho em Sleuth, ao lado do gigante Laurence Olivier, o jovem Caine tenta a sua sorte em Hollywood. Vai ter dificuldade em entrar em grandes produções e será em California Suite que volta a destacar-se, já no final da década. Os anos 80 trazem um Caine amadurecido e multi-premiado pelo seu desempenho em Hannah and Her Sisters, o mais melodramático filme e Woody Allen. Nova nomeação por Educating Rita e a sua carreira entra num periodo de estagnação. É já como veterano no final dos anos 90 que voltam os papeis de destaque e o segundo óscar em Cider House Rules. Habituado agora a papeis secundários, é com surpresa que consegue a sua terceira nomeação como principal em The Quiet American, três anos depois. Hoje Michael Caine é uma referência para todos os amantes do cinema. Nunca chegou ao nivel dos dois nomes maiores da sua geração, mas acabou por ir bem mais longe do que se prespectivava no inicio da sua carreira.
33 - SEAN PENN
(1960 - )

O seu feitio irritante para muitos, as suas posições politicas e o seu low profile tornaram-no numa especie de "anti-estrela". Mas o seu talento é indesmentivel, sendo provavelmente o segundo maior actor de toda a sua geração, o que já é dizer bem do seu valor.
Sean Penn começou a surgir em comédias nos anos 80, mas não era esse definitivamente o seu meio. É no drama policial State of Grace que consegue o seu primeiro grande desempenho, tornando-o num nome a seguir atentamente pelos estúdios. Trabalha com Al Pacino em Carlito´s Way e salta para a ribalta definitivamente em Dead Man Walking. A sua nomeação ao óscar foi polémica, mas a vitória não chegou a acontecer. Seria a primeira de quatro até hoje. Ao longo dos anos 90 o actor vai-se estabelecendo definitivamente como um dos maiores, trabalhando com Malick em The Thin Red Line ou Woody Allen em Sweet and Lowdown, filme que lhe vale uma segunda nomeação. É já neste século que Penn se afirma definitivamente com uma mão cheia de notáveis desempenhos. Em I Am Sam fica perto de conquistar o ansiado óscar mas será 2003 o seu maior ano de sempre com dois desempenhos dignos da vitória. Seria por Mystic River e não por 21 Grams que o óscar iria parar ás suas mãos. Depois do triunfo continuou a trabalhar ao seu melhor nivel como o provam bem The Assassination of Richard Nixon, The Interpreter e All the Kings Man. Apesar da polémica que o seu nome levanta, o seu valor é inquestionável. Sean Penn é uma das grandes estrelas de Hollywood.
32 - VIVEN LEIGH
(1913 - 1967)

O seu ar frágil mas de caracter determinado fizeram dela uma das mais fascinantes actrizes de sempre. O seu casamento com Laurence Olivier ajudaram a criar um dos casais mais emblemáticos da história do cinema e os seus mais famosos desempenhos tornaram-na numa "Musa" para muitas jovens actrizes.
Vivien Leigh começou a sua carreira nos anos 30 e o seu quarto filme, Fire Over England, fez dela um dos nomes mais aplaudidos do ano. No casting para se tornar Scarlett O´Hara de Gone With the Wind ultrapassou as maiores actrizes do seu tempo e deu ao mundo um desempenho memorável, vencendo o óscar com toda a justiça. No entanto, problemas de saude e o azedar da sua relação com Olivier foram-na afastando do grande ecrãn, onde voltou pontualmente durante os anos 40 para papeis que nunca tiveram o impacto esperado. Foi em 1951 que a actriz consegue o seu mais brilhante come back, ao ser Blanche de Bouis em A Streetcar Named Desire. O sucesso do seu papel praticamente ofoscou a rising star Marlon Brando e valeu-lhe o segundo óscar, tornando-a numa das poucas actrizes a deter o registo perfeito de duas nomeações e duas vitórias.
Até ao final da sua carreira Leigh só entrará em mais três filmes, mas o último, Ship of Fools é inesquecivel graças ao seu autêntico tour de force, que confirmaram até para os mais cépticos, que ela era uma das grandes actrizes da história do cinema. Faleceu em 1967, vitima de uma tuberculose crónica, ela que tinha sido sempre perseguida por uma frágil saúde que a impediram muitas vezes de voar ainda mais alto.
Publicado por Miguel Lourenço Pereira às novembro 15, 2005 04:55 PM
Comentários
Contrariando o Vítor, acho que tanto o Day Lewis como, principalmente, o grande Jeremy, são muito bem lembrados para esta lista. Dois actores que daqui a cinquenta anos serão recordados como grandes nomes da sua geração (Já vi o Daniel DL ser apelidado assim por diversas vezes).
Publicado por: João Pedro às novembro 17, 2005 01:58 AM
As cenas do Brando (o Homem como lhe chamas ;-) ) são notáveis, de facto e ele é o motor do filme. Mas essas cenas são a solo. Estava a falar das cenas - que não são muitas - em que ambos contracenam. Aí Leigh é assombrosa, conseguindo ofuscar em muitos momentos o Brando. Ninguem tira o valor ao papel do Brando, o 2º melhor desse ano sem dúvida, mas ela é fenomenal nesse filme!
um abraço
ps: vais ficar desiludido com o lugar final do "Homem".
Publicado por: Miguel Lourenço Pereira às novembro 16, 2005 02:19 AM
Olá Miguel,
"O sucesso do seu papel praticamente ofoscou a rising star Marlon Brando" (Vivien Leigh - A Streetcar Named Desire)
Bem, ciente dos meus conhecimentos(que são inferiores aos teus), acho que não concordo com isto. Parece-me 1 tentativa de hiperbolizar o valor de Leigh. Foi sim 1 come back enorme, mas daí a praticamente ofoscar o Homem que com este filme fez disparar as vendas de camisas interiores, o homem que berrou tão cheio de vontade e tão emblematicamente "Hey Steeeellaaa", o homem... que se revelou no dito filme surpreendendo tudo e todos inaugurando O Método(foi o único dos 4 actores a não ganhar óscar mas não liguemos a tontarias), o homem... o homem que eu acho que está em 1º!:)!
Abraço e continua que estou a gostar muito!
Publicado por: Turat Bartoli às novembro 16, 2005 01:07 AM
Li e fiz uma noticia sobre essa lista há uns dias. Os tipos na Premiere americana fizeram uma lista das 50 maiores estrelas (para mim estrela também passa pelo talento como actor e não só pelo glamour..para eles não) de sempre de Hollywood. Bem, o top 3 era Cary Grant, Marilyn e Tom Cruise...elucidado?
Em relação aos erros, eu bem sei que os dou...escrever muito sem reler dá sempre nisso. Obrigado por apontares os mais gritantes, sempre dá para os corrigir á socapa.
Em relação à Natalie Wood, considero-a a 3º melhor actriz dos anos 60 (atrás da Liz e da Shirley), e não só no Splendor (notavel papel) mas tambem no This Property is Condemned, no Daisy Glover ou no West Side...no The Searchers tens razão, mas foi só uma refência temporal.
um abraço
Publicado por: Miguel Lourenço Pereira às novembro 16, 2005 12:21 AM
Quanto à questão do Vitor, convém lembrar que te propões falar das maiores estrelas de sempre. É portanto perigoso colocar alguns nomes neste monte. Mas como já disse, isto é subjectivo enão vale a pena estar a alongar-me.
Considerações a esta lista:
Natalie Wood - tenho a impressão que é um dos teus gostos muito pessoais, porque o Splendor in the Grass e o Rebel Without a Cause não chegam (e no The Searchers ela quase não existe, convenhamos, é um one man show do John Wyne e, essencialmente, do John Ford).
Jodie Foster: escreve-se The Accused, com dois c's
Jeremy Irons: o nome do filme que lhe deu o óscar não tem "The", é portanto Reversal of Fortune. O título português é que levou com o artigo, ainda o tornando plural.
Além disso esqueceste-te do "bold" no Million Dollar Baby e do "bold" e itálico no "The Boxeur". Tens de despedir esses revisores de texto.
Já agora, que lista foi essa da Première que falaste?
Publicado por: João André às novembro 15, 2005 10:05 PM
Vitor, nós temos muito a tendência de menosprezar o contemporâneo. É claro que é mais fácil falar de algo que já está marcado pelo tempo. Eu pessoalmente considero que, numa classificação a um filme, as 5 estrelas nunca podem ser "obras-primas"...é o tempo que define o que é uma obra-prima. Mas em termos de actores contemporâneos há uma dúzia de nomes do mais altissimo nivel, ao nivel mesmo de muitos grandes do passado. Penn, Washington, Crowe, Depp, Day-Lewis, Irons ou Foster são a nata da sua geração, como Al Pacino, Jack Nicholson, Robert de Niro ou Dustin Hoffman foram da sua. Claro que não se pode comparar o impacto de gerações a cru e irás reparar que só há um actor da geração pós-85 a estar no top25. O que pode haver é uma competição entre os actores de topo desta geração e actores que não foram de topo nas suas respectivas gerações, mas que, pelo tempo, temos tendência a considerar melhores. Um James Dean será melhor que um Johnny Depp? O Charlton Heston ou o Clint Eastwood melhores que o Russell Crowe? Apenas para dar exemplos. Pessoalmente acho que, tirando os actores do periodo do mudo, que conheço, mas não ao mesmo nivel que todas as gerações seguintes, acho que todas as décadas estão muito bem representadas, com o melhor de cada uma.
um abraço
Publicado por: Miguel Lourenço Pereira às novembro 15, 2005 07:42 PM
Aconteceu o que eu já previa, há uma grande tendencia para favorecer os actores contemporâneos e não vai haver espaço para que alguns dos principais nomes do cinema clássico estejam aí.
Neste grupo de nove, estão presentes seis actores que começaram na década de 80, e desses apenas o Sean Penn, o Denzel Washington e a Jodie Foster poderiam estar aí e mesmo que não estivessem não seria nenhum escândalo. Eu pessoalmente até acho o Daniel Day-Lewis e o Jeremy Irons dois actores bastante talentosos, mas não tiveram (e não me parece que isso se altere) um percurso que os faça merecedores de uma presença neste top. Nem mesmo o Morgan Freeman, que até aos seus 50 anos de idade pouca coisa tinha feito.
Publicado por: Vítor às novembro 15, 2005 07:08 PM
Novo blog dedicado ao estado do tempo em Portugal e à meteorologia:
http://gerotempo.blogspot.com/
Publicado por: ludbrioa às novembro 15, 2005 05:35 PM